John Berger introduces a new edition of his seminal exploration of migrant workers, illuminated by photographer Jean Mohr Why does the Western world look to migrant laborers to perform the most menial tasks What compels people to leave their homes and accept this humiliating situation In A Seventh Man, John Berger and Jean Mohr come to grips with what it is to be a migrant worker the material circumstances and the inner experience and, in doing so, reveal how the migrant is not so much on the margins of modern life, but absolutely central to it First published in , this finely wrought exploration remains as urgent as ever, presenting a mode of living that pervades the countries of the West and yet is excluded from much of its culture


10 thoughts on “A Seventh Man

  1. Argos Argos says:

    Bir belgesel, siyah beyaz foto raflar ve duygusal c mlelerle zenginle tirilmi bir belgesel Avrupa da g men i ilerin hikayesi sosyolojik, ekonomik ve tarihsel kuramlar, felsefe ve illaki edebiyat ile aktar l yor.E er g ncelli ini yitirmi istatistiki ve evresel bilgilere tak lmazsan z halen yenili ini koruyor z itibariyle G men i iler i in g n m zde de ge erli eli kiler y llar ncesinde yaz lsa da aynen devam ediyor Toplum i inde onlar hep teki, i i s n f i inde fe hep en ok s m r Bir belgesel, siyah beyaz foto raflar ve duygusal c mlelerle zenginle tirilmi bir belgesel Avrupa da g men i ilerin hikayesi sosyolojik, ekonomik ve tarihsel kuramlar, felsefe ve illaki edebiyat ile aktar l yor.E er g ncelli ini yitirmi istatistiki ve evresel bilgilere tak lmazsan z halen yenili ini koruyor z itibariyle G men i iler i in g n m zde de ge erli eli kiler y llar ncesinde yaz lsa da aynen devam ediyor Toplum i inde onlar hep teki, i i s n f i inde fe hep en ok s m r len kesim.Yumu ak bir okuma ve nostaljik foto raflar kitab sevdirdi


  2. Tin Jurković Tin Jurković says:

    Critique of capitalism emerges as the essential theme of this book Berger argues that there is a contradiction at the very root of capitalism It is an economic system based on the idea that work, once it leads to productivity, must bring success This is because productivity carries value in itself However, in practice this is certainly not the case Instead, the poorer countries face stagnation and a state called underdevelopment The term underdevelopment here implies a state of inescap Critique of capitalism emerges as the essential theme of this book Berger argues that there is a contradiction at the very root of capitalism It is an economic system based on the idea that work, once it leads to productivity, must bring success This is because productivity carries value in itself However, in practice this is certainly not the case Instead, the poorer countries face stagnation and a state called underdevelopment The term underdevelopment here implies a state of inescapable poverty, a lockdown of both productive and financial possibilities This stems not from the incompetence of the underdeveloped country or its people, but from the socio economic factors which include the relationship between the rich and the poor countries, where different capitalistic elements of free market render the land useless for the people who live off it In other words, the imposed economic system comes with its own values that define the productivity level of a certain type of work Modern rural poverty has a social rather than a natural basis The land becomes barren through lack of irrigation or seed or fertilizers or equipment The unproductivity of the land then leads to unemployment or underemployment For example an able bodied man may be forced to spend his whole day grazing two cattle The relations which intervene between the land and the peasants the share cropping system, the system of land tenure, the money lending system, the marketing system come to be seen as part of the bareness of the land, part of the incontestable truth that you can t make bread from stone Berger is eager to make a connection between the decadence of the rural parts of mostly eastern Europe and the emergence of capitalism in these countries with increasing globalization In order to achieve this, he does not only utilize theory but fictional stories which are supposed to represent an average immigrant It is his goal to use metaphor and literature to position the migrant worker and define the processes that influence his life By telling the story of the worker, Berger uses metaphore to express the abstract language of economic theory , which can then help us contextualize the position of the migrant and give his position its proper value As Berger put it, it is through metaphor that the dreamer will become awake This could be interpreted as a very strong argument that it is in fact art, the abstract, which can serve in purpose of illuminating complex processes regarding society and its development, especially when concentrating on the experience of the individual The general underlying premise is a view of history as a dialectic of opposing forces which provoke a complex interaction between uneven societies, economies and ideologies National frontiers are places where such power plays come into existence The connection to the ideas of the likes of Said or Foucault arethan obvious


  3. Miguel Duarte Miguel Duarte says:

    John Berger, autor e cr tico de arte ingl s que alcan ou notoriedade principalmente atrav s do livro e s rie da BBC Modos de Ver , nunca teve medo de contestar os valores instalados Em 1972, ao receber o Booker Prize pelo seu romance G , o autor ingl s n o poupou as palavras e criticou os patrocinadores do pr mio, a empresa Booker McConnall, pela explora o levada a cabo nas cara bas ao longo de 130 anos s palavras juntou tamb m os actos, doando metade do valor do pr mio ao bra o brit John Berger, autor e cr tico de arte ingl s que alcan ou notoriedade principalmente atrav s do livro e s rie da BBC Modos de Ver , nunca teve medo de contestar os valores instalados Em 1972, ao receber o Booker Prize pelo seu romance G , o autor ingl s n o poupou as palavras e criticou os patrocinadores do pr mio, a empresa Booker McConnall, pela explora o levada a cabo nas cara bas ao longo de 130 anos s palavras juntou tamb m os actos, doando metade do valor do pr mio ao bra o brit nico do Black Panther Party e usando a outra metade para financiar um estudo sobre trabalhadores migrantes levado a cabo pelo pr prio O resultado desse trabalho havia sido pensado em formato v deo, mas a limita o de recursos obrigou a uma mudan a de planos e, com a ajuda do fot grafo Su o Jean Mohr, o resultado assumiu a forma de um livro Um S timo Homem , originalmente editado em 1974 e agora finalmente traduzido para portugu s pela Ant gona.Focando se nos trabalhadores migrantes n o qualificados enquanto for a de trabalho imprescind vel aos pa ses desenvolvidos da Europa como Reino Unido, Fran a e Alemanha , o livro est organizado em tr s partes Partida, Trabalho e Regresso, respectivamente sobre cada uma destas partes na vida de um migrante arquet pico, contada em grande detalhe com a inten o de ser, ao mesmo tempo, espec fica e gen rica Lado a lado com um misto de factos, figuras, fotografias, poesia e teoria, tudo se alimenta para p r a nu a experi ncia desumana da migra o e a necessidade que os pa ses desenvolvidos dela t m Os trabalhadores migrantes s o imortais imortais porque continuamente substitu veis N o nasceram n o foram criados n o envelhecem n o se cansam n o morrem T m uma s fun o trabalhar Como o pr prio autor refere no pref cio que escreveu para a reedi o inglesa da obra em 2010, apesar de completamente desactualizado estatisticamente, Um S timo Homem um daqueles livros que, mais at do que ter mantido a sua pertin ncia, ganhou relev ncia com o passar do tempo Num tempo em que a ret rica anti imigra o assume novos patamares, este retrato da vida de um migrante colectivo mais relevante que nunca.Os portugueses, um dos sujeitos colectivos do livro, podem, hoje em dia, j n o necessitar de fugir de uma ditadura que os obrigava a passar clandestinamente fronteiras em direc o a um futuro melhor, mas, n o s a necessidade de trabalho migrante continua a imperar entre os pa ses mais desenvolvidos at um pa s relativamente atrasado como Portugal recorre maioritariamente a trabalho migrante em sectores como a agricultura de larga escala , como os pa ses que exportavam trabalhadores para as grandes metr poles da europa desenvolvida, pa ses como Portugal, Espanha, Gr cia, Turquia ou ex Jugosl via, continuam, mesmo com a integra o europeia, a ser locais francamente subdesenvolvidos se comparados com pa ses como Alemanha e Fran a At porque, no lugar da m o de obra n o diferenciada, Portugal exporta agora m o de obra especializada, recheada de qualifica es, que aliciada com condi es bem superiores.A m o de obra indiferenciada vem agora do Leste Europeu e, em grand ssima maioria, de fora de portas, e a Europa persiste enquanto fortaleza, usando o que est fora para alimentar o que est dentro O trabalhador nacional foi transformado em consumidor A recente vaga de migra o para a Europa n o parte de uma mera crise, como se v neste trabalho de Berger e Mohr, mas sim de um padr o e de uma tend ncia continuada Muitos postos de trabalho industriais ter o at sido deslocalizados para pa ses estrangeiros onde a m o de obra mais barata, diminuindo a necessidade de importar homens que os executem a esses pre os mais baratos nos pa ses desenvolvidos, mas a necessidade persiste desaparecessem os trabalhadores migrantes e a economia europeia colapsaria O migrante revela se um trabalhador ideal , quer sempre fazer horas extra Est dispon vel para os turnos da noite Chega politicamente inocente E, embora os migrantes paguem impostos e contribui es para a seguran a social, n o ter o acesso a muitos benef cios durante o per odo da sua estadia tempor ria O seu custo para o sistema pode ser mantido num valor m nimo certo que podem enviar um ter o do sal rio para fora do pa s, mas uma grande propor o do dinheiro enviado gasta em bens manufacturados no pa s onde ele trabalha O que Berger consegue fazer magistralmente mostrar esta realidade atrav s dum livro que simultaneamente te rico, po tico, ficcional, jornal stico, visual e pol tico As fotografias de Jean Mohr, n o utilizadas para ilustrar cenas particulares e indivudais, mas como prova da exist ncia de cen rios e pessoas como as descritas, v o aparecendo como peda os da realidade, melanc licas e brutas, esperan osas e inocentes essa a realidade que marca estes migrantes iludidos por um futuro que lhes apresentado como prometedor, rebaixados por uma viv ncia que faz deles puros objectos de for a e trabalho S o carne para canh o N o s o homens, s o meras fun es, sem quaisquer direitos nem qualquer realidade fora do seu trabalho S o a mat ria prima do crescimento industrial O local que abandonam, com a sua sa da, torna se ainda mais estagnado e, no local para onde v o, ser o os ltimos a ser contratados e os primeiros a ser despedidos, facilmente descartados assim que ficarem velhos ou doentes, substitu dos por outros acabados de chegar


  4. Catarina Catarina says:

    The journey of the voiceless who are forced to become warriors only to preserve what should be unquestionably theirs their humanity.


  5. Nandes Nandes says:

    Imprescindible per entendre la realitat de les migracions Un llibre per tenir a casa.


  6. Ivana Ivana says:

    tate v novin ch o tom, ako ten priemysel potrebuje uh ah i pr chod zahrani n ch nekvalifikovan ch pracovn kov Ale aj o tom, ako n m tu zni ia kult ru, zober pr cu a vlastne, o sem maj o chodi Toto videli aj John Berger a Jean Mohr v 70tych rokoch minul ho storo ia Kniha vy la v 1975 Ich kniha film, non fiction po zia, fragmenty fotky je vynikaj ca V etky pr behy mu ov z Turecka, Portugalska, panielska i Talianska s zliate do jedn ho on , ij a robia takmer rovnako Siln a p tate v novin ch o tom, ako ten priemysel potrebuje uh ah i pr chod zahrani n ch nekvalifikovan ch pracovn kov Ale aj o tom, ako n m tu zni ia kult ru, zober pr cu a vlastne, o sem maj o chodi Toto videli aj John Berger a Jean Mohr v 70tych rokoch minul ho storo ia Kniha vy la v 1975 Ich kniha film, non fiction po zia, fragmenty fotky je vynikaj ca V etky pr behy mu ov z Turecka, Portugalska, panielska i Talianska s zliate do jedn ho on , ij a robia takmer rovnako Siln a pozorovate sky d sledn ako Sidewalk i film J , Daniel Blake


  7. Joslyn Joslyn says:

    Moving and insightful And frankly astonishing how completely relevant it still is decades later the economies industries may change, but the process, tension, and effects of migrant labor remain unchanged A really humanizing and illuminating look at the underlying dynamics at a macro level and the effects on the spirit, mind, emotion, life at the individual, human, micro level And does so poetically Moving and insightful And frankly astonishing how completely relevant it still is decades later the economies industries may change, but the process, tension, and effects of migrant labor remain unchanged A really humanizing and illuminating look at the underlying dynamics at a macro level and the effects on the spirit, mind, emotion, life at the individual, human, micro level And does so poetically


  8. !Tæmbuŝu !Tæmbuŝu says:

    Reviewed by The Guardian Reviewed by The Guardian


  9. Leif Leif says:

    A beautiful book, both brave and thoughtful Essential reading for its enormously human engagement with the forces of coercion that create human capital from the bodies and desires of migrants.


  10. John F John F says:

    As a young mechanic, I traveled across Europe in the late sixties and early seventies The young man in the hallway of the rooming house in the foreground with his flower power shirt, that could easily be me The man sitting on top of his suitcase in the train coach hallway, that could have been me, the overcrowded train compartment with the luggage, I sat in them and shared the meals I had the physical, standing on the scales, then the interview with the local police The book captures a momen As a young mechanic, I traveled across Europe in the late sixties and early seventies The young man in the hallway of the rooming house in the foreground with his flower power shirt, that could easily be me The man sitting on top of his suitcase in the train coach hallway, that could have been me, the overcrowded train compartment with the luggage, I sat in them and shared the meals I had the physical, standing on the scales, then the interview with the local police The book captures a moment in time, albeit in a focused political manner and filter that was relevant at the time A good book, photographic quality is only fair I guess grainy film was used A Good Read and interesting pictures And it captured something quite rare, try to find another book like this